Professores: o pilar de uma sociedade

É evidente e urgente a necessidade de reformas no Brasil. Em todas as esferas da nossa sociedade. Sobretudo no âmbito político. Tarda a acontecer a Reforma Política brasileira, para que a nossa Nação passe a contar com um sistema político-eleitoral mais eficiente e incisivo nas reais necessidades dos brasileiros. Quem sabe assim, a curto prazo, teríamos uma mais eficiente relação entre eleitor e políticos eleitos.

Mas o horizonte que temos é outro. E quem se aproxima é a Reforma da Previdência. Que, sejamos favoráveis ou contrários, temos que admitir: irá impactar diretamente nas nossas vidas. E sem entrar no mérito de discutir cada ponto apresentado pelo governo, o que podemos concluir é que o texto que foi apresentado pela União necessita, sim, de aprimoramento.

Um aprimoramento salutar, que nada mais é do que a contribuição de nós, brasileiros, somando nesta luta para a sobrevivência da Previdência Social. É de interesse de todos nós, cidadãos, que os órgãos previdenciários tenham saúde financeira para arcar com dignidade a aposentadoria dos brasileiros que saem do mercado de trabalho.

Um dos pontos que venho questionando sobre a atual proposta do governo federal é a parte que tange a classe de professores. São esses os profissionais que norteiam toda nossa sociedade e que preparam as gerações que irão conduzir a nossa Nação.

É inegável, portanto, que a educação é um dos pilares de uma sociedade. E nos causa enorme tristeza vermos que os percentuais de interesse em seguir na profissão vêm caindo a cada ano. A baixa atratividade na carreira se deve ao pouco reconhecimento e aos salários. Isso sem contar a sobrecarga de trabalho que vai muito além da sala de aula (como corrigir as provas, preparar os conteúdos) e os constantes desgaste físicos e emocionais que a classe enfrenta.

Pois bem. Somado a isso entra o fato de que, pelo texto atual da Reforma, os professores, para se aposentarem, terão de cumprir a idade mínima de 60 anos para ambos os sexos e tempo de contribuição de 30 anos para todos os gêneros. E muito embora seja louvável a equidade entre os sexos, há de se observar que tal regra torna ainda mais árdua a tarefa dos nobres mestres. A ideia que tenho defendido é pela manutenção da regra atual: 25 anos para a mulher e 30 anos para o homem.

Por isso, tenho reiterado, por meio de moção parlamentar e até mesmo somando forças políticas congruentes, para que o Congresso Nacional reavalie os impactos causados aos professores e ao sistema educacional brasileiro como um todo, na intenção de preconizar a valorização dos professores e não rumar ao declínio da classe.

Imersão do ‘Vamos Ocupar a Cidade’, projeto criado por Caio Cunha, foi um sucesso e superou expectativas

Programa de formação de líderes começou superando expectativas

O primeiro encontro do "Vamos Ocupar a Cidade” (VOC) reuniu aproximadamente 100 pessoas interessas em protagonizar na política buscando um cargo eletivo ou simplesmente com o objetivo de melhorar a atuação cidadã.

Foram mais de 7 horas com palestras e dinâmicas que abortaram temas autoconhecimento e valores que sustentam a metodologia do projeto. “Antes de desbravar na vida pública é de fundamental importância que as pessoas conheçam suas vulnerabilidades e a real motivação da tal decisão” afirma o idealizador do programa Caio Cunha.

Essa primeira imersão do VOC contou com palestras e facilitação do educador José Henrique Porto, formado em História pela USP e Pós-Graduado em Filosofia da Educação pela PUC que palestrou sobre a “Jornada do Herói” e facilitou as dinâmicas. Já os temas vulnerabilidade, níveis neurológicos e redes de relacionamento foram ministrados por Pedro Ivo, publicitário e autor do livro “Empresas Espiritualizadas”. Já Caio Cunha compartilhou como foi o caminho até se tornar o mais votado da cidade e apresentou o DNA do projeto.

Porto ficou emocionado com o resultado do evento. “Colocar o desenvolvimento humano e autoconhecimento como ponto de partida para a formação de líderes políticos, além de inovar na política, é ter a esperança de que dias melhores estão por vir”.

Caio afirma que ficou muito orgulhoso com o retorno do público e que o Programa está apenas no começo, mas já está alcançando os principais objetivos. No total serão 7 imersões, que acontecerão nos próximos 18 meses com a participação de personalidades políticas e especialistas nas áreas de ciências políticas, marketing, campanhas eleitorais e desenvolvimento humano.

O “Vamos Ocupar a Cidade” é um programa de formação de lideranças políticas desenvolvido pelo Instituto SEJA com o objetivo de engajar e preparar pessoas para uma participação efetiva na política em 2020. “Queremos impactar e estimular as pessoas a saírem de suas zonas de conforto para transformar a realidade social e política do Brasil a partir de Mogi das Cruzes.

‘Vamos Ocupar as Cidades’: Programa de formação de Lideranças acontece em Mogi

Segunda edição do evento traz imersão, dinâmicas de autoconhecimento e exercícios de reflexão

 

Aconteceu no último sábado (04/05) a segunda edição do “Vamos Ocupar as Cidades” (VOC), evento idealizado pelo vereador Caio Cunha (PV) e cuja etapa foi marcada pela fase do Desenvolvimento Humano. O primeiro encontro, realizado em fevereiro, foi inspirado na Jornada do Herói.

Desta vez, cerca de 60 pessoas se reuniram no auditório da Câmara de Mogi das Cruzes, para um evento intenso e, de certa forma, provocativo. Durante os exercícios e dinâmicas, os participantes conseguiram mapear seu próprio perfil, potencialidades e vulnerabilidades, com base nos princípios do Eneagrama. Como facilitadores, estiveram presentes o professor José Henrique Porto, o empreendedor Pedro Ivo Moraes e a coach Viviane Martins, além do vereador ferrazense Renato Ramos de Souza, o Renatinho Se Ligue, que veio colaborar com o debate contando a sua experiência política.

A programação foi inteiramente gratuita e durante o dia, as atividades promoveram o autoconhecimento com, por exemplo, a descoberta do perfil individual de cada um, de acordo com o Eneagrama. “Foi um momento de enxergarmos nossos potenciais e fraquezas. E de entender que as pessoas são diferentes e que é essa diferença que agrega. Não existe certo ou errado: somos complementares”, definiu Caio.

A diversidade do público, inclusive, demonstra que a diversidade é o forte da formação de novos líderes. Afinal, saber lidar com os diferentes tipos de pessoas é essencial na vida pública. “Foi uma experiência rica para pensarmos a transformação de dentro para fora”, resume o advogado Moacyr Ramos.

Ao final, uma dinâmica que permitiu que os participantes identificassem seus propósitos pessoais promoveu um momento de reflexão e autoconhecimento. “Finalizamos o dia com definição de propósitos de cada um. Fizemos exercício de reflexão para saber se nossos projetos pela vida pública ou não. Se sim, é preciso seguir em frente”, pontua Caio.

A próxima etapa está marcada para acontecer no dia 29 de junho, na qual os assuntos abordados serão mais técnicos, estratégicos e, sobretudo, políticos.

Caio participa de formação na Universidade de Zurique, na Suíça

Vereador mogiano foi selecionado para bolsa por meio de processo seletivo da Fundação Lemann. Com todas as despesas custeadas pela organização, curso acontecerá entre os dias 5 e 7 de junho na maior universidade suíça.

O vereador mogiano Caio Cunha (PV) participa durante esta semana do curso “Construindo uma agenda pela Educação e Segurança Pública”, na Universidade de Zurique, na Suíça. O parlamentar foi selecionado para receber uma bolsa de estudos para o programa, que será realizado durante os dias 5 a 7 de junho no país europeu. Todas as despesas serão custeadas pela parceria entre a Universidade de Zurique e a Fundação Lemann, da qual Caio foi escolhido como Líder Público.

A seleção para a bolsa no programa na Universidade de Zurique, que é a maior instituição de ensino superior da Suíça, contemplou apenas 20 líderes das redes da Fundação Lemann. Será uma intensa jornada de 4 dias de palestras, reuniões e aprendizado e, para o parlamentar mogiano, a formação se consolida como uma oportunidade para aprimorar seu trabalho por Mogi das Cruzes e região. “Poderei trazer essa experiência para idealizar e implementar políticas públicas sobre educação, desenvolvimento da primeira infância e segurança em nossa região. Estou muito feliz com essa oportunidade proporcionada pela Fundação Lemann, que me contemplou com a bolsa de estudos e está custeando todas as despesas em parceria com a Universidade de Zurique”, agradece Caio.  

Durante a formação, serão abordados temas como as melhores práticas de tecnologias educacionais internacionais e de desenvolvimento cognitivo e socioemocional na primeira infância. Também será tratado o tema das drogas com um viés para a saúde e segurança públicas. Os participantes ainda estudarão a experiência de Zurique com o combate à violência e a política de drogas.

No processo seletivo, foram avaliados a pertinência da pauta para aqueles que buscam se desenvolver nas áreas que serão tratadas, programas de educação infantil e políticas de redução do uso de drogas no combate a violência, e sobretudo a necessidade de entendimento maior dessas pautas dentro da esfera legislativa.

Fundação Lemann

A Fundação Lemann é uma organização sem fins lucrativos, que atua em parceria com Governos e outras entidades da sociedade civil, de maneira plural, inclusiva e buscando caminhos que funcionam na escala dos desafios do Brasil. Fundada pelo empresário Jorge Paulo Lemann, a Fundação apoia líderes focados no desenvolvimento social do Brasil.

  

 

Comissão implantará digitalização dos processos legislativos

Grupo de trabalho formado pelo Legislativo mogiano cuidará da informatização das atividades parlamentares

Que a tecnologia encurta distâncias, otimiza o tempo e reduz o volume de materiais impressos é fato em toda a sociedade civil contemporânea. Mas as potencialidades advindas dos tempos pós-modernos precisam se tornar uma realidade também no ambiente dos poderes públicos. Essa é a proposta da comissão parlamentar presidida pelo vereador Caio Cunha (PV), cujos trabalhos já foram designados pelo presidente da Casa, Sadao Sakai (PR) e se iniciam neste mês de março. O objetivo principal do grupo de trabalho é a informatização de todos os processos internos da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes.

Com a digitalização dos trâmites de procedimentos legislativos, os ganhos são inúmeros, a começar pelo meio ambiente. Redução de papéis significa um menor volume de pastas circulando fisicamente pelas repartições da Casa de Leis. “E com os processos tramitando de maneira online, entra um outro fator: transparência. O acesso é universal e aberto para quem quiser consultar”, salienta Caio.

Transparência, sustentabilidade. E para completar a tríade: participação popular. Com o sistema, é possível haver interação entre os parlamentares e os cidadãos, por meio de audiências interativas, fóruns de discussão e espaços para sugestões e comentários. “E a ideia é que haja, ainda, um WikiLeg, com as ações que surgem a partir das ideias compartilhadas”, explica Cunha.

Tudo isso faz parte do estudo e do levantamento a ser feito pela comissão, presidida por Caio e que tem como integrantes os vereadores Fernanda Moreno e Mauro de Assis Margarido. “Essas ações fazem parte do Programa Interlegis, do Senado Federal. Portanto, são 100% gratuitas para as Casas Legislativas brasileiras”, ressalta o presidente da comissão.

A longo prazo, a ideia é que todo os processos legislativos, desde a apresentação, tramitação e votação de projetos estejam online, assim como o armazenamento das leis para consultas públicas.

Ainda no mês de março, Caio e Sadao devem ir à Brasília para sinalizar ao Congresso a aplicação do Interlegis na Câmara de Mogi.

 

Sobre o Interlegis

O programa é executado pelo Instituto Legislativo Brasileiro (ILB) do Senado Federal, desde 1997. Tem como objetivo fornecer ao Poder Legislativo brasileiro a modernização, integração e cooperação das casas legislativas, disponibilizando gratuitamente produtos, serviços, cursos e treinamentos. 

Mais informações em www.interlegis.leg.br

Formação do Caio com consultor de Barack Obama e Hillary Clinton

 

Curso foi proporcionado por parceria entre a Fundação Lemann e a Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (RAPS). Vereador mogiano participou, também, de seminário sobre mudanças climáticas.


O vereador mogiano Caio Cunha (PV) foi selecionado para participar de um curso com Steve Jarding, professor americano da Escola de Governo da Universidade de Harvard e consultor político do ex-presidente estadunidense Barack Obama e da candidata democrata à Presidência Hillary Clinton. O treinamento aconteceu no último final de semana, em São Paulo, e fez parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento de Lideranças Públicas da Fundação Lemann e da Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (RAPS).


Também como parte do Programa da Fundação Lemann e da RAPS, o parlamentar mogiano esteve em um seminário de imersão que discutiu a problemática das mudanças climáticas, realizado em parceria com o Instituto Arapyaú e Instituto Humanize. “É muito recompensador participar dos cursos de formação que a Lemann em parceria com a RAPS têm nos proporcionado. Tenho desenvolvido ainda mais minha visão sobre sustentabilidade e ética na política, levantando insumos para trazer soluções para os desafios de Mogi das Cruzes e do Alto Tietê. Sou muito grato por ter essa oportunidade”, comemora Caio.


Em março deste ano, o vereador Caio Cunha (PV) foi um dos vinte selecionados no processo que escolheu Líderes Públicos que deverão participar de cursos oferecidos pela parceria entre a Fundação Lemann e a Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (RAPS).  

 

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