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Veja 7 perguntas e respostas sobre prevenção e contaminação ao coronavírus

1. O que é o coronovírus?

Coronavírus é o nome de uma grande família de vírus que tem uma estrutura em formato de coroa, conhecida desde 1960. Eles causam infecções respiratórias e já provocaram outras doenças, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers).

A doença causada pelo novo coronavírus recebeu o nome de Covid-19. Ela foi descoberta no final de dezembro de 2019, na China. A primeira morte foi registrada em 9 de janeiro.

 

2. Como é a transmissão?

Por meio de três formas: Por vias respiratórias, pelo ar e por gotículas provenientes de espirros e da fala de indivíduos infectados; Por contato físico, quando essas gotículas com o vírus alcançam mucosas do olho, nariz e boca por meio de beijos e abraços; Por meio do contato de superfícies contaminadas, quando essas gotículas com o vírus ficam depositadas em locais como um corrimão ou uma maçaneta, e depois entram em contato com mucosas do olho, nariz e boca.

 

3. Como é feito o tratamento?

Não existe tratamento específico contra a Covid-19. Os pacientes infectados recebem uma medicação para aliviar os sintomas. Ibuprofeno, corticoides e aspirina não devem ser usados por quem estiver infectado pelo novo coronavírus. Segundo o Ministério da Saúde, o tratamento indicado é repouso e consumo de bastante água. Antibióticos não devem ser usados, segundo a OMS, por serem capazes de combater somente infecções bacterianas, não as virais como no caso do coronavírus. As medidas adotadas para aliviar os sintomas são: Medicamentos para dor e febre (antitérmicos e analgésicos). Umidificador no quarto ou banho quente para aliviar a dor de garanta e tosse.

 

4. É possível ser infectado mais de uma vez por coronavírus?

Os cientistas ainda não têm essa resposta de forma concreta. Há notícia de pelo menos um caso de uma mulher no Japão que testou positivo para o novo coronavírus pela segunda vez quase um mês após ter recebido alta do hospital.

Também houve outro caso na Itália, onde o primeiro paciente de coronavírus da cidade de Turim voltou a ter diagnóstico positivo para Covid-19 depois de ter sido liberado de um hospital com um resultado negativo para o vírus. Infecções reincidentes também foram relatadas na China, onde a doença se originou no fim de 2019.

 

5. Há vacina contra o coronavírus?

Ainda não, mas vários países, como Rússia, China e Estados Unidos, já pesquisam uma vacina contra coronavírus. Em 16 de março, cientistas norte-americanos realizaram o primeiro teste da vacina em humanos. Autoridades de saúde dos Estados Unidos informaram que voluntários de Seattle, um dos estados mais afetados pela Covid-19 no país, começaram a ser imunizados. Em 17 de março, o jornal oficial do Partido Comunista da China informou que foi dado aval aval para que pesquisadores chineses iniciem testes de segurança em humanos de uma vacina experimental. A expectativa era que os ensaios clínicos em estágio inicial dessa potencial vacina começassem até o dia 21 do mesmo mês. Mesmo sem haver vacina específica contra o coronavírus, especialistas recomendam, no entanto, que mesmo as vacinas contra outros doenças sejam tomadas como forma de evitar que o corpo fique vulnerável a mais de enfermidades, o que poderia agravar o quadro numa eventual infecção de coronavírus.

O diretor-adjunto da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da OMS na América Latina, Jarbas Barbosa informou em 5 de março que uma nova vacina poderia ficar pronta dentro de 12 a 18 meses  – em uma expectativa otimista. Enquanto isso, um medicamento para atenuar os sintomas deve ser desenvolvido em menos tempo.

 

6. Qual é a taxa de letalidade do coronavírus?

Até 12 de março, o novo coronavírus apresentava uma taxa média de letalidade de 3,6% até esta quinta-feira (12). Na China, o índice era de 3,9%, e, fora dela, 3,2%. A variação entre países pode ir de 0% a 6,6%, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A taxa de letalidade entre idosos acima de 80 anos pode passar de 15%, e entre os jovens é menor que 0,5%.

O vírus, até 12 de março, matava mais que o da gripe (Influenza), mas menos do que o de outros integrantes da família coronavírus (Sars e Mers). Os especialistas entrevistados pelo G1 dizem que ainda é cedo para cravar um número sobre a letalidade da doença Covid-19.

 

7. Qual a origem do novo coronavírus?

Os estudos ainda não determinaram a origem. Sabe-se que o vírus responsável pelo Covid-19 é uma variação da família coronavírus. Outras variações mais antigas de coronavírus, como SARS-CoV e MERS-CoV, já eram conhecidas pelos cientistas.

O surto inicial da doença atingiu pessoas que tiveram alguma associação a um mercado de frutos do mar em Wuhan. Uma das hipóteses é que a origem tenha relação com o consumo de carne de pangolim, um mamífero em extinção.

 

Fonte: Bem Estar/G1

Segurança nos bairros é tema abordado em sessão pelo vereador Caio Cunha

A constante sensação de insegurança e os índices de criminalidade que não declinam foram os temas tratados pelo vereador Caio Cunha na sessão desta terça-feira, em plenário. Caio Cunha abordou o tema de segurança pública no município e demonstrou preocupação ao apontar que as reclamações sobre o grande volume de ocorrências criminais continuam chegando ao conhecimento dos parlamentares.

De acordo com os dados da Secretaria de Segurança Pública apresentados pelo vereador, os números do ano passado mostram aumento considerável em relação ao ano de 2018 em casos de furtos e roubos, que cresceram em 13%, assim como também aumentaram em 12% nos casos de estupro e 4% os homicídios e tentativas de homicídio.

“Noticiam que Mogi é a sétima cidade mais segura do País. Então fico de fato preocupado. Como está a situação das outras? Porque continuamos recebendo uma grande demanda de reclamações por parte dos moradores”, destacou Cunha.

Ao falar do assunto, o vereador também citou o problema das bases da PM que foram fechadas recentemente e que preocupam os moradores que residem nesses bairros e nas proximidades. Dentre os bairros diretamente afetados estão Brás Cubas, Mogi Moderno e Jardim Rodeio.

As informações trazidas pelo vereador vieram acompanhadas de críticas à Prefeitura, que segundo ele, embora seja uma temática de responsabilidade do Governo do Estado, não pode se omitir. Ao final de sua fala alertou que o foco não pode ser o ano eleitoral, mas sim a solução dos problemas do município e sugeriu a criação de bases comunitárias para gerar maior sensação de segurança. "O desafio aqui que eu faço na verdade ao prefeito, é que ele provoque essa sensação de segurança, não só por postagem na rede social", declarou. 

Caio Cunha sugere manutenção de merenda em escolas municipais

O vereador Caio Cunha fez uma indicação à administração municipal para que no período de suspensão das aulas nas redes municipais de ensino seja mantido o fornecimento de merenda aos alunos. Com o aumento de casos no Brasil e, principalmente, no Estado de SP, que até o momento contabiliza mais casos de infectados pelo vírus e uma morte confirmada, uma nova rotina tem sido adotada pelos órgãos públicos.

Conforme preconiza a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro de Contingência do Coronavírus no Estado de São Paulo para contenção da pandemia, a Prefeitura de Mogi das Cruzes adotou medidas de suspensão de aulas em toda a rede municipal de ensino, assim como a suspensão de outros serviços públicos com aglomeração de pessoas.

Para o parlamentar, é importante que nesse momento sejam tomadas todas as medidas preventivas possíveis, mas ressaltou que a refeição escolar não pode ser retirada das crianças que, em muitos dos casos, dependem dessa alimentação em seu dia a dia.

“Nossa indicação solicita que a merenda escolar seja mantida e seja fornecida para todos os alunos, principalmente para as crianças mais carentes, já que muitas delas têm a merenda escolar como única refeição no dia. A indicação é uma forma de diminuir o impacto na vida dessas crianças”, explicou Cunha

O texto da indicação ainda traz como referência a cidade do Rio de Janeiro, que adotou essas medidas como forma de garantir o direito à alimentação de suas crianças.

Caio Cunha cobra nova regulamentação para ambulantes de Mogi

A demora em abrir novo processo de regularização para ambulantes foi tema de cobrança do vereador Caio Cunha. A última vez que o Executivo abriu possibilidade para a formalização foi em 2011. De acordo com o parlamentar, a medida poderia facilitar a melhorar o emprego na cidade, já que o município perdeu 1.525 postos de trabalho em 2019, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

“Quando uma cidade não se desenvolve, além de enchente e trânsito, ela não fica atrativa, ou seja, as empresas param de investir, param de contratar e por aí vai. Ao fomentar o empreendedor com uma nova abertura para ambulantes se regularizarem, a formalização contribui para novos empregos”, disse Caio. O parlamentar envio ao Executivo um requerimento solicitando se há prazo para nova abertura e como a prefeitura pretende tratar o tema. A prefeitura tem 15 dias para apresentar uma resposta.

Com a falta de oportunidades de trabalho, muitos têm buscado no comércio ambulante uma alternativa de renda e enfrentam as blitz da Guarda Civil. Para a ambulante Beatriz de Azevedo, essa regulamentação é importante para trazer independência e sustento “Quem procura trabalhar nesse ramo, na rua, é para o sustento. Não são pessoas sossegadas. São pessoas que realmente precisam e que muitas vezes não têm condições de cumprir um horário registrado, como é no meu caso, por ter meu filho que passa em tratamento na AACD”.

Elieuza Alves, que também atua como ambulante, relatou as dificuldades que enfrenta há mais de dois anos por não ter licença para vender seus produtos. “Há mais de dois anos que eu venho enfrentando um grande problema com a Prefeitura do município, porque ela não quer regularizar. Já conversei com o prefeito, pedi pra ele olhar pra nós. Eu estou fazendo um trabalho digno. Eu quero vender e levar meu sustento. Inclusive é muito árduo aqui”.

“Tenho recebido diversos questionamentos sobre a abertura de novas licenças e pedi as informações para a prefeitura. Espero que eles respondam e não façam como em outras oportunidades, onde não retornam o pedido de informação. Os ambulantes precisam saber como o Executivo conduz o tema”, finalizou Caio.

VOC oficializa pré-candidaturas em Mogi das Cruzes

Movimento lançou na noite de sexta-feira as pré-candidaturas que concorrerão às eleições municipais deste ano

Caio Cunha agora é Podemos. No dia em que foi aberta a janela partidária para a troca de partidos, o vereador mogiano Caio Cunha assinou a sua filiação ao Podemos, partido que tem como presidente nacional a deputada Renata Abreu.

Em um evento com mais de duas mil pessoas, realizado na casa de shows The Blue, em Mogi das Cruzes, o parlamentar e mais 70 pré-candidatos oficializaram a intenção de concorrerem ao Executivo e ao Legislativo mogiano, respectivamente.



O evento, que foi fechado e contou com a presença apenas de pessoas convidadas, teve a participação da deputada Renata Abreu, que confirmou o apoio irrestrito da legenda para que o Caio Cunha tenha êxito em sua jornada rumo à Prefeitura de Mogi. “Caio é a cara do Podemos. Estamos gratos e animados por ele ter aceitado nosso convite. E acho que, com isso, Mogi só tem a ganhar. Está na hora da cidade renovar e ter uma liderança como o Caio”, sintetizou.

O deputado estadual Márcio da Farmácia também marcou presença no evento e destacou a importância da filiação de Cunha ao partido. “O Podemos agora fica muito mais forte. Ter um pré-candidato a prefeito aqui em Mogi é muito significativo, ainda mais com um nome como o do Caio, que simboliza juventude, honestidade e muito trabalho”, afirmou.


A acolhida do pré-candidato ao Podemos foi simbolizada pela assinatura da ficha de filiação, que Cunha recebeu diretamente das mãos de Renata Abreu. Em sua fala, assim como a de sua esposa, Simone, eles relembraram o propósito que levou Caio até a política: a sensação de impunidade e corrupção que assolam o sistema político brasileiro. “Esse sentimento, infelizmente, está em cada um de nós, pessoas comuns. E são as pessoas comuns que são as mais capacitadas para mudar tudo isso!”, declarou, se referindo à essência do Movimento ‘Vamos Ocupar a Cidade’: cidadãos lutando para tornar as cidades melhores.

 

 

 

Mogi registra 1ª suspeita de contaminação pelo coronavírus

Na tarde de quarta-feira (29), a Secretaria de Saúde de Mogi das Cruzes informou uma suspeita de contaminação pelo coronavírus. A jovem de 22 anos é moradora de Mogi e recentemente retornou de Wuhan na China, epicentro da doença.

A jovem foi atendida em um hospital particular e embora não apresentasse sintomas clínicos específicos da doença, passou por exames laboratoriais que foram encaminhados para análise em São Paulo. Ela está sendo monitorada.

De acordo com a agência de notícias Reuters, até a manhã desta quinta-feira o número de mortes pelo vírus já alcançava 170 pessoas, ainda, foram confirmados  7.711 na China. Há registros de infecções em 15 países. No Brasil, de 33 casos investigados, 24 já foram descartados, os outros 9 casos continuam em investigação.

A transmissão entre humanos acontece por contato físico, ar ou secreções. Não se sabe como acontece o contágio, apenas que o vírus é transmitido com facilidade. Na maior parte dos casos os infectados apresentam dificuldades na respiração, febre e tosse. Em casos mais graves, pneumonia e insuficiência respiratória aguda.

O VÍRUS

O coronavírus é um agente que causa doença respiratória, com registros de infecções  recentes da China. Eles são uma grande família viral, conhecidos desde meados de 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais.

Ainda, segundo o Ministério da  Saúde, geralmente as infecções pelo vírus se assemelham a um resfriado comum. Em alguns casos podem causar doenças graves com impacto importante em termos de saúde pública, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002 e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012.

RECOMENDAÇÕES

Lavar as mãos com água e sabão ou álcool, principalmente antes das refeições; utilizar lenço descartável para higiene nasal; cobrir o nariz e a boca quando tossir ou espirrar; evitar tocar mucosas de nariz, olhos e boca; higienizar as mãos após tossir ou espirrar; não compartilhar objetos de uso pessoal (copo, garrafa, talher, batom); manter ambientes sempre ventilados; evitar contato próximo com pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença.

 

 

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