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Movimento “Vamos Ocupar a Cidade” lança projeto que fomenta solidariedade

VOC com Amor e Solidariedade é a iniciativa que tem conectado doadores e entidades para atendimento social

 

O movimento "Vamos Ocupar a Cidade" já se consolidou como iniciativa política supra-partidária, integrado essencialmente por pessoas e feito para atender para pessoas. Durante a pandemia do Covid-19, não foi diferente. Os membros do VOC idealizaram o “VOC com Amor e Solidariedade” para fomentar as iniciativas que cuidam e apoiam as pessoas.

Os impactos econômicos trazidos aos mogianos, com a pandemia, afetaram principalmente aqueles que não possuem renda formal. Autônomos, microempreendedores e famílias de baixa renda foram os mais atingidos.

Por isso, os integrantes do “VOC com amor e Solidariedade” selecionaram algumas entidades e lançaram na internet um formulário para que qualquer pessoa física ou jurídica pudesse doar. Seja em dinheiro, produtos de limpeza ou cestas básicas ou até mesmo fazendo divulgação das ações dessa Corrente do Bem em suas redes sociais.

Há, ainda, espaço para que os doadores ofertem ou indiquem vagas de emprego, para formar a conexão daqueles que precisam trabalhar. E também há a possibilidade de oferecer entregas para empreendedores que fazem produtos para venda delivery.

“A ideia é fazermos um cadastro para formarmos uma corrente do bem com capilaridade para chegar na casa das pessoas”, sintetizou Caio Cunha, um dos idealizadores do VOC.

As instituições que serão apoiadas serão A Missão Intensidade, com atuação na Região da Serra do Itapety, o Coletivo Inadequados, com base em Jundiapeba e o IMVE, de Brás Cubas.

Os interessados em participar do “VOC com Amor e Solidariedade” podem manifestar seu apoio no site vocsolidariedade

Veja 7 perguntas e respostas sobre prevenção e contaminação ao coronavírus

1. O que é o coronovírus?

Coronavírus é o nome de uma grande família de vírus que tem uma estrutura em formato de coroa, conhecida desde 1960. Eles causam infecções respiratórias e já provocaram outras doenças, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers).

A doença causada pelo novo coronavírus recebeu o nome de Covid-19. Ela foi descoberta no final de dezembro de 2019, na China. A primeira morte foi registrada em 9 de janeiro.

 

2. Como é a transmissão?

Por meio de três formas: Por vias respiratórias, pelo ar e por gotículas provenientes de espirros e da fala de indivíduos infectados; Por contato físico, quando essas gotículas com o vírus alcançam mucosas do olho, nariz e boca por meio de beijos e abraços; Por meio do contato de superfícies contaminadas, quando essas gotículas com o vírus ficam depositadas em locais como um corrimão ou uma maçaneta, e depois entram em contato com mucosas do olho, nariz e boca.

 

3. Como é feito o tratamento?

Não existe tratamento específico contra a Covid-19. Os pacientes infectados recebem uma medicação para aliviar os sintomas. Ibuprofeno, corticoides e aspirina não devem ser usados por quem estiver infectado pelo novo coronavírus. Segundo o Ministério da Saúde, o tratamento indicado é repouso e consumo de bastante água. Antibióticos não devem ser usados, segundo a OMS, por serem capazes de combater somente infecções bacterianas, não as virais como no caso do coronavírus. As medidas adotadas para aliviar os sintomas são: Medicamentos para dor e febre (antitérmicos e analgésicos). Umidificador no quarto ou banho quente para aliviar a dor de garanta e tosse.

 

4. É possível ser infectado mais de uma vez por coronavírus?

Os cientistas ainda não têm essa resposta de forma concreta. Há notícia de pelo menos um caso de uma mulher no Japão que testou positivo para o novo coronavírus pela segunda vez quase um mês após ter recebido alta do hospital.

Também houve outro caso na Itália, onde o primeiro paciente de coronavírus da cidade de Turim voltou a ter diagnóstico positivo para Covid-19 depois de ter sido liberado de um hospital com um resultado negativo para o vírus. Infecções reincidentes também foram relatadas na China, onde a doença se originou no fim de 2019.

 

5. Há vacina contra o coronavírus?

Ainda não, mas vários países, como Rússia, China e Estados Unidos, já pesquisam uma vacina contra coronavírus. Em 16 de março, cientistas norte-americanos realizaram o primeiro teste da vacina em humanos. Autoridades de saúde dos Estados Unidos informaram que voluntários de Seattle, um dos estados mais afetados pela Covid-19 no país, começaram a ser imunizados. Em 17 de março, o jornal oficial do Partido Comunista da China informou que foi dado aval aval para que pesquisadores chineses iniciem testes de segurança em humanos de uma vacina experimental. A expectativa era que os ensaios clínicos em estágio inicial dessa potencial vacina começassem até o dia 21 do mesmo mês. Mesmo sem haver vacina específica contra o coronavírus, especialistas recomendam, no entanto, que mesmo as vacinas contra outros doenças sejam tomadas como forma de evitar que o corpo fique vulnerável a mais de enfermidades, o que poderia agravar o quadro numa eventual infecção de coronavírus.

O diretor-adjunto da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da OMS na América Latina, Jarbas Barbosa informou em 5 de março que uma nova vacina poderia ficar pronta dentro de 12 a 18 meses  – em uma expectativa otimista. Enquanto isso, um medicamento para atenuar os sintomas deve ser desenvolvido em menos tempo.

 

6. Qual é a taxa de letalidade do coronavírus?

Até 12 de março, o novo coronavírus apresentava uma taxa média de letalidade de 3,6% até esta quinta-feira (12). Na China, o índice era de 3,9%, e, fora dela, 3,2%. A variação entre países pode ir de 0% a 6,6%, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A taxa de letalidade entre idosos acima de 80 anos pode passar de 15%, e entre os jovens é menor que 0,5%.

O vírus, até 12 de março, matava mais que o da gripe (Influenza), mas menos do que o de outros integrantes da família coronavírus (Sars e Mers). Os especialistas entrevistados pelo G1 dizem que ainda é cedo para cravar um número sobre a letalidade da doença Covid-19.

 

7. Qual a origem do novo coronavírus?

Os estudos ainda não determinaram a origem. Sabe-se que o vírus responsável pelo Covid-19 é uma variação da família coronavírus. Outras variações mais antigas de coronavírus, como SARS-CoV e MERS-CoV, já eram conhecidas pelos cientistas.

O surto inicial da doença atingiu pessoas que tiveram alguma associação a um mercado de frutos do mar em Wuhan. Uma das hipóteses é que a origem tenha relação com o consumo de carne de pangolim, um mamífero em extinção.

 

Fonte: Bem Estar/G1

Caio Cunha cria e-book com dicas para empreendedores enfrentarem a crise

O vereador Caio Cunha em parceria com a professora de empreendedorismo da Fatec de Mogi das Cruzes, Priscila Kähler, lançou um e-book para os profissionais autônomos e microempreendedores da cidade que estão sendo os mais afetados com a crise do coronavírus. A ideia é apoiar essa categoria com ações práticas para enfrentarem os momentos difíceis econômicos.

O conteúdo foi construído apontando dicas da professora com foco em soluções aplicáveis a esses profissionais para que se mantenham vivos no mercado nesse cenário de incertezas. O economista e professor universitário, Francisco Claudio Tavares, também compartilhou algumas ações para o enfrentamento com enfoque econômico e financeiro.

A iniciativa acompanha outras ações de Caio junto ao VOC Solidariedade, projeto que integra o movimento Vamos Ocupar a Cidade e que arrecada donativos para instituições mogianas.

Caio compartilhou sua preocupação quanto aos profissionais desse segmento, já que, segundo o Sebrae, as pequenas empresas representam cerca de 99% dos negócios no país. “Precisamos unir forças nesse momento para superar essa crise. Esse material servirá como apoio e até mesmo incentivo aos profissionais.  É momento de nos solidarizarmos e ajudarmos uns aos outros”, afirmou Caio.

O e-book pode ser baixado gratuitamente em http://vamosocuparacidade.rds.land/dicaspequenosnegocios

Caio Cunha sugere manutenção de merenda em escolas municipais

O vereador Caio Cunha fez uma indicação à administração municipal para que no período de suspensão das aulas nas redes municipais de ensino seja mantido o fornecimento de merenda aos alunos. Com o aumento de casos no Brasil e, principalmente, no Estado de SP, que até o momento contabiliza mais casos de infectados pelo vírus e uma morte confirmada, uma nova rotina tem sido adotada pelos órgãos públicos.

Conforme preconiza a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro de Contingência do Coronavírus no Estado de São Paulo para contenção da pandemia, a Prefeitura de Mogi das Cruzes adotou medidas de suspensão de aulas em toda a rede municipal de ensino, assim como a suspensão de outros serviços públicos com aglomeração de pessoas.

Para o parlamentar, é importante que nesse momento sejam tomadas todas as medidas preventivas possíveis, mas ressaltou que a refeição escolar não pode ser retirada das crianças que, em muitos dos casos, dependem dessa alimentação em seu dia a dia.

“Nossa indicação solicita que a merenda escolar seja mantida e seja fornecida para todos os alunos, principalmente para as crianças mais carentes, já que muitas delas têm a merenda escolar como única refeição no dia. A indicação é uma forma de diminuir o impacto na vida dessas crianças”, explicou Cunha

O texto da indicação ainda traz como referência a cidade do Rio de Janeiro, que adotou essas medidas como forma de garantir o direito à alimentação de suas crianças.

Caio Cunha pede revogação de empréstimo e mudança na aplicação de recursos

Em sessão extraordinária, o parlamentar pediu revogação de empréstimo milionário e destinação de outros recursos para o enfrentamento da pandemia

Na sessão extraordinária que aconteceu na manhã desta terça-feira (31/03) no plenário da Câmara de Mogi das Cruzes, o vereador Caio Cunha (Podemos) indicou à Prefeitura Municipal a necessidade de revogação da Lei 7.423/2018, que versa sobre o empréstimo junto à Corporação Andina de Fomento (CAF), no valor de US$ 69.439 milhões para a implantação do Programa +Mogi Ecotietê, destinados a projetos de saneamento básico, mobilidade e desenvolvimento urbano socioambiental.


“Sabemos da importância desses projetos, porém não podemos arcar com esse financiamento homérico em dólares, diante da situação que estamos enfrentando. É um suicídio financeiro!”, salientou o vereador Caio Cunha.


Além disso, o parlamentar indicou ao Executivo municipal a destinação dos recursos previstos pelas leis 7.546/19 e 7.548/19, que preveem projetos de pavimentação e instalação de abrigos de ônibus, respectivamente.


No empréstimo adquirido para pavimentação, junto ao Banco do Brasil, o valor é de R$ 48 milhões e contempla a recuperação asfáltica, leitos de maternidade e criação de praças de atividades culturais, esportivas e de lazer. “Este valor pode ser destinado para as ações de saúde, para ajudar no enfrentamento à pandemia do Covid-19”, opinou Caio.


Já o convênio para a implantação dos pontos de ônibus, no valor de R$ 13,4 milhões (com R$ 706 mil de contrapartida municipal) junto à Caixa Econômica Federal, tem como foco a implementação do programa Pró-Transporte em Mogi e visa a colocação de abrigos de ônibus com informações ao usuário, a revisão do sistema de transporte coletivo, entre outros. “Investimentos igualmente importantes para a cidade, mas que neste momento, poderiam ser destinados para as ações de saúde. Entendo que todo aporte financeiro na saúde municipal é bem-vindo neste momento, para evitar a sobrecarga do sistema”, finaliza.

VOC oficializa pré-candidaturas em Mogi das Cruzes

Movimento lançou na noite de sexta-feira as pré-candidaturas que concorrerão às eleições municipais deste ano

Caio Cunha agora é Podemos. No dia em que foi aberta a janela partidária para a troca de partidos, o vereador mogiano Caio Cunha assinou a sua filiação ao Podemos, partido que tem como presidente nacional a deputada Renata Abreu.

Em um evento com mais de duas mil pessoas, realizado na casa de shows The Blue, em Mogi das Cruzes, o parlamentar e mais 70 pré-candidatos oficializaram a intenção de concorrerem ao Executivo e ao Legislativo mogiano, respectivamente.



O evento, que foi fechado e contou com a presença apenas de pessoas convidadas, teve a participação da deputada Renata Abreu, que confirmou o apoio irrestrito da legenda para que o Caio Cunha tenha êxito em sua jornada rumo à Prefeitura de Mogi. “Caio é a cara do Podemos. Estamos gratos e animados por ele ter aceitado nosso convite. E acho que, com isso, Mogi só tem a ganhar. Está na hora da cidade renovar e ter uma liderança como o Caio”, sintetizou.

O deputado estadual Márcio da Farmácia também marcou presença no evento e destacou a importância da filiação de Cunha ao partido. “O Podemos agora fica muito mais forte. Ter um pré-candidato a prefeito aqui em Mogi é muito significativo, ainda mais com um nome como o do Caio, que simboliza juventude, honestidade e muito trabalho”, afirmou.


A acolhida do pré-candidato ao Podemos foi simbolizada pela assinatura da ficha de filiação, que Cunha recebeu diretamente das mãos de Renata Abreu. Em sua fala, assim como a de sua esposa, Simone, eles relembraram o propósito que levou Caio até a política: a sensação de impunidade e corrupção que assolam o sistema político brasileiro. “Esse sentimento, infelizmente, está em cada um de nós, pessoas comuns. E são as pessoas comuns que são as mais capacitadas para mudar tudo isso!”, declarou, se referindo à essência do Movimento ‘Vamos Ocupar a Cidade’: cidadãos lutando para tornar as cidades melhores.

 

 

 
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