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Evento do VOC Mulheres terá participação de vereadoras de São Paulo

O movimento político supra-partidário "Vamos Ocupar a Cidade" terá uma edição especial voltado para mulheres, no dia 15, sábado, a partir das 13h30, na Câmara de Mogi das Cruzes. O evento vai tratar sobre a participação feminina na eleição de 2020 e terá como convidadas as vereadoras de São Paulo, Soninha Francine (Cidadania) e Janaína Lima (Novo).

Para reforçar o debate, também foram convidadas a jornalista e influenciadora digital Juliana da Mata, Cristiane Bento, gestora de negócios do Sebrae, e Fabiane Souza, especialista em desenvolvimento de líderes e empreendedores.

O encontro é aberto para qualquer mulher que goste de política e queira debater sobre a presença da mulher na sociedade e na política. A inscrição deve ser feita pelo site vamosocuparacidade.com.br.

SERVIÇO
"VOC Mulheres"
Local: Câmara de Mogi das Cruzes
Data: 15/02
Horário: 13h30 às 17h
Inscrição: vamosocuparacidade.com.br

Confraternização do "Vamos Ocupar a Cidade" reafirma projeto de Caio Cunha para as eleições de 2020

Caio Cunha reuniu cerca de 200 pessoas em evento do "Vamos Ocupar a Cidade" prometendo 70 candidatos para as próximas eleições

 

Na noite de quinta-feira (05), o vereador Caio Cunha, idealizador do Programa de Formação de Novas Lideranças Políticas “Vamos Ocupar a Cidade”, realizou no Bar Nyx em Mogi das C, em evento fechado, a entrega de certificados aos participantes no primeiro módulo do curso. Além dos diplomados no programa, o evento reuniu o grupo 300, que é a base de apoio do mandato colaborativo de Caio. Participaram do evento cerca de 200 pessoas.

A formação foi uma preparação para lançar futuros candidatos ao legislativo em 2020. Cerca de 90 pessoas se formaram no primeiro módulo e destes, 70 são pré-candidatos para a próxima eleição, todos sem qualquer envolvimento político de antes do programa de formação, sendo constituído por perfis diversos, mas com propósitos  idênticos com foco no programa. O projeto ainda contará com outro módulo no próximo semestre, segundo Caio, em um novo molde.

Neste ano, o projeto contou com 9 imersões ao longo do ano, sendo realizado sempre aos sábados. A cada encontro, novas “matérias” eram ensinadas com a participação de personalidades políticas e especialistas nas áreas de ciências políticas, marketing, campanhas eleitorais e desenvolvimento humano. 

Ainda sobre o evento, também reuniu  alguns dos especialistas que ao longo do ano participaram do programa dando dicas e ensinando sobre diversos temas. Entre as personalidades estavam, José Henrique Porto, educador formado em História pela USP e Pós-Graduado em Filosofia da Educação pela PUC, Pedro Ivo, publicitário e autor do livro “Empresas Espiritualizadas”, e, Tatiana Vial, formada em Fonoaudiologia e Comunicação Humana pela PUC 

Vanessa Menichelli Sanches, 40, escolhida como representante da turma, achou o evento muito bom e complementou: “Achei de extrema importância essa junção entre o pessoal dos 300 e o pessoal do VOC, pela comunhão e oportunidade de trazer pessoas para participarem, conhecerem e estarem mais perto para terem mais conhecimentos dos projetos”.

Após cerimônia em homenagem aos formandos, um vídeo foi transmitido onde Caio enalteceu a força do trabalho em grupo, da colaboração e participação que sempre estiveram atrelados a ele antes mesmo de se tornar uma pessoa política. Mostrou que em sua trajetória contava com um grupo de jovens que, assim como ele, sonhava uma política diferente. Grupo esse que foi motivo de chacota por sonhar algo utópico, e que mesmo sem aparente chance, conseguiram ganhar a eleição em 2013.

Caio frisou que ao entrar, ele e seus loucos amigos tiveram quatro anos para mostrar a política diferente que sonhavam e falavam, e consequentemente, após esses quatro anos, viu o resultado desse projeto sendo por duas vezes o  mais votado no Alto Tietê em eleições para seu segundo mandato como vereador em Mogi das Cruzes e para deputado estadual, projeto esse que hoje é referência em todo o Brasil. 

Ele ainda reforçou a importância da participação de pessoas comuns na política e também a necessidade de renovação, reafirmando que a política é feita de pessoas e essa participação é fundamental para a construção de uma cidade melhor. Ao final do vídeo convidou os presentes a ocuparem a cidade em 2020. O momento da fala foi encerrado com um coro dizendo: “Juntos somos uma onda!".

 
PROJETO VOC
O Programa de Formação de Novas Lideranças Políticas “Vamos Ocupar a Cidade”, é um programa desenvolvido pelo Instituto SEJA com o objetivo de engajar e preparar pessoas para uma participação efetiva na política,além de preparar candidatos para ocuparem cargos eletivos legislativos nas eleições de 2020.

Seu idealizador, Caio Cunha, reuniu em seu projeto especialistas de diversas áreas de atuação que convergem no espectro político, desde comunicação humana até marketing político e digital. O curso de formação foi oferecido de forma gratuita aos interessados que, a partir do preenchimento de um formulário, passaram por um processo de seleção. Ainda, o curso contou com um total de 9 imersões, aos sábados, sendo o primeiro em fevereiro e o último em novembro deste ano.

A primeira edição do curso, reuniu em seu primeiro módulo cerca de 90 pessoas, dos quais 70 são pré-candidatos ao legislativo em 2020. No primeiro semestre do próximo ano, os pré-candidatos continuarão no segundo módulo, que contará com moldes diferentes pelo novo ciclo envolvendo pré-campanha e campanha eleitoral.

 
O MANDATO
Ao se tornar pessoa política, Caio levou inovação à Câmara ao apresentar seu mandato colaborativo, contando com um grupo chamado 300. Entre suas pautas no legislativo, estão: transparência, combate à corrupção, pessoa com deficiência, engajamento social e participação de mulheres na política. Seu mandato, desde 2013, têm sido norteado pelos seguintes pilares: transparência, participação, representatividade, formação e sustentabilidade.
 
Caio estreou como político em seu primeiro mandato como vereador em 2013, após, junto com seu grupo - todos jovens e amadores em questões políticas - com uma campanha totalmente fora do convencional e sem dinheiro que o financiasse; apostando nas redes sociais e no engajamento de seus amigos, teve uma campanha impecável no que diz respeito à sustentabilidade. Chamou atenção por ir na contramão da política convencional atraindo muitos olhares para seus quatro primeiros anos de vereança.

Disputou a reeleição em 2017, e de desacreditado da primeira campanha, alcançou o status de o mais votado do Alto Tiête, entrando para seu segundo mandato na Câmara Municipal de Mogi das Cruzes. Nesse tempo, disputou também para Deputado Estadual em 2018, e mesmo não alcançando votos suficientes para a eletiva, saiu vitorioso, sendo novamente o político mais bem votado do Alto Tiête. Vereador jovem e de cabeça nenhum pouco convencional, Caio impressiona com sua performance em defesa do que acredita e é um dos nomes cotados para o Executivo em 2020.
 

 

Vereadores questionam Prefeitura de Mogi sobre servidores condenados

Um requerimento (46/2019) assinado por 21 vereadores da Câmara de Mogi das Cruzes na última quarta-feira (11) cobra da Prefeitura Municipal informações sobre a possível existência de condenados pela Justiça no quadro de servidores públicos comissionados do Executivo.

De acordo com o vereador Caio Cunha (PV), autor da solicitação, existem indícios de que há inúmeros servidores condenados com trânsito em julgado, inclusive no âmbito do Direito Penal, atuando na Prefeitura.

Para embasar o Requerimento, Cunha cita a importância de seguir os princípios da supremacia do interesse público – um dos pilares do regime jurídico-administrativo, que pode ser encontrado na Lei nº 9.784/99 e defende que a administração pública não pode dispor dos interesses da coletividade, principalmente porque ela não é titular do interesse público; o titular deste é o Estado, como representante da coletividade.

O Requerimento pede à Prefeitura uma análise detalhada acerca do quadro de servidores e questiona, ainda, se existe algum dispositivo interno para impedir a nomeação de pessoas condenadas por crime doloso contra a administração Pública. Caso existam pessoas condenadas nesses moldes, o pedido é para que o Executivo os identifique.

Cunha também questiona se houve alguma nomeação, a contar de 2017, de pessoas condenadas por improbidade administrativa ou crime doloso contra a administração pública. Se sim, o Requerimento pede uma lista com o nome de todas essas pessoas e informações sobre o número de servidores condenados, quantos transitado em julgado e quantos ainda ocupam cargo na Prefeitura.

O documento apresentado por Caio Cunha ainda traz o número de um processo no Poder Judiciário, com sentença transitada em julgado de um servidor que, de acordo com o Portal da Transparência da Prefeitura de Mogi das Cruzes, ainda ocupa cargo em comissão na Prefeitura, como chefe de divisão, fazendo jus a um salário de R$ 7.621,15 mensais. E questiona se a administração municipal tem ciência do caso e, se sim, o porquê de o servidor ainda constar do quadro de funcionários da administração.

Como a Propositura foi assinada por 22 dos 23 vereadores da Casa, seguindo o novo Regimento Interno do Legislativo, em dois dias, ela deve ser encaminhada pelo presidente da Câmara, Sadao Sakai (PL), ao prefeito Marcus Melo, que terá um prazo de 15 dias úteis para responder.

Com as recentes mudanças no novo Regimento Interno da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes os Requerimentos de Informação não precisam passar pelo Plenário da Câmara em sessão ordinária. Para serem aprovados, basta que tenham no mínimo oito assinaturas dos parlamentares.

 

Fonte: Notícias de Mogi

Caio Cunha apresenta 6 medidas de combate à corrupção

Defensor de maior transparência nas contas do Poder Público, Caio Cunha desde 2017 vem trazendo projetos nessa temática. Um deles, apresentado no ano passado é o PL 69/18 sobre combate à corrupção.

A matéria é estruturada em 6 medidas que além de trazer maior transparência nos gastos públicos, possibilita o maior contato do cidadão com a esfera pública. O projeto encontra-se “travado” na Câmara Municipal de Mogi das Cruzes até então. Acompanhe as 6 medidas de combate à corrupção contempladas no projeto: 

1) Uso dos carros públicos: rastrear as viagens via satélite e divulgar todos os dados no portal da transparência. Criar também um plano para redução dos gastos com veículos.

2) Gastos com viagens e diárias: obrigar a divulgação de todos os gastos e relatórios de viagens no portal da transparência. 

3) Divulgação das agendas: disponibilizar as agendas do horário de expediente dos representantes públicos.

4) Despesas com publicidade: detalhar todos os custos, inclusive valores unitários, dos gastos com propaganda.

5) Emendas parlamentares: divulgar detalhadamente as informações da execução dos valores das emendas parlamentares.

6) Multas de trânsito: divulgar todos os endereços onde há radares na cidade, assim como a justificativa da escolha de cada local. Detalhar também a arrecadação com multas e o como o dinheiro será usado em benefício da população.

Como se vê, as medidas dizem respeito a situações rotineiras da Administração Pública e são facilitadoras do controle social, já que possibilitam a maior interação das pessoas com o Poder Público através do sistema on-line. Atualmente a cidade não conta com um sistema que divulgue esses dados. Para que se consiga essas informações é necessário passar por um longo processo burocrático.

Confraternização Vamos Ocupar a Cidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 

Combate à Corrupção é pauta de fórum com participação de Caio Cunha

Em convite feito pela Secretaria de Transparência da Câmara dos Deputados, Caio Cunha participou em Brasília, do 1º Fórum Nacional de Compliance no Legislativo realizado nos dias 17 e 18 de outubro.

O fórum que foi organizado em parceria com a ANACO (Associação Nacional de Compliance), discutiu o aprimoramento da gestão pública através de melhorias nos processos internos do Poder Público. Esse processo de fazer cumprir-se as normas e leis, é considerado compliance e está diretamente ligado aos valores éticos, à transparência e integridade, impactando diretamente os cidadãos. 

Essa estratégia tem sido aplicada principalmente para redução de fraudes e desvios de recursos, tanto em administrações públicas como privadas. “O compliance é importante, principalmente, para evitar essas situações (de corrupção). Compliance fala muito sobre transparência, ordem e controle social, dentro não só do Poder Público, mas de todas as instituições”, destacou Caio.

O evento foi dividido em painéis que trataram sobre a importância do compliance no Legislativo e no combate à corrupção, além de abordar a integridade parlamentar como exigência para contratação na esfera pública e os pilares para excelência na governança. 

Caio, que destacou a importância de preservar essa cultura de integridade no combate à corrupção, afirmou: “Hoje já existem leis suficientes sobre transparência e combate à corrupção, agora o que precisa ser feito dentro do Poder Público, a começar do Legislativo, é de fato a implementação de normas e procedimentos internos, que dificultam qualquer atitude transgressora”.

O vereador que está em seu segundo mandato, desde 2017 vem apresentando projetos de lei para maior transparência e combate à corrupção. Exemplo disso é o Projeto de Lei 51/17 sobre transparência na divulgação da lista de espera nas creches, assim como o projeto 69/18 de prevenção e combate à corrupção, que traz 6 medidas de transparência, que foram apresentados e seguem em tramitação e o PL 104/18, quanto a transparência na tramitação de documentos no âmbito da Administração Municipal

Já este ano, Caio apresentou novos projetos sobre o tema, como o PL 34/19 que diz respeito à informação e publicidade sobre a pavimentação das vias públicas. O mais recente nessa vertente com autoria de Caio, é o Projeto de Lei 114/19 que foi apresentado em setembro deste ano e está relacionado a transparência na folha de pagamento dos funcionários públicos. Algo que se mostrou necessário e urgente para evitar situações como a descoberta recentemente, em que um servidor público da prefeitura há dois anos vinha manipulando os dados da folha de pagamento e desviava os valores para sua conta pessoal.

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